Post feliz: Lina e sua nova família

DSC04015Cada vez que um gati­nho é ado­tado e vai embora da clí­nica um peda­ci­nho do nosso cora­ção vai junto. Criamos amor tão rápido por esses bichi­nhos, e cada um deles é muito espe­cial para nós. Pra faci­li­tar a des­pe­dida sem­pre penso assim: hoje a noite ele vai dor­mir em uma cama quen­ti­nha e macia…vai se acon­che­gar ao seu humano de esti­ma­ção e vai rece­ber tanto cari­nho quanto queira. E o melhor de tudo…depois de rece­ber cari­nho não vai ter que vol­tar para a jau­li­nha! Nunca mais!

Sábado pas­sado a Lina foi para seu novo lar. Encontrou uma famí­lia linda, que com cer­teza vai mimá-la muito. Hoje já rece­be­mos notícias:

A gati­nha está muu­u­u­u­u­u­u­u­u­u­u­u­u­u­u­u­u­u­u­uito feliz em casa. Ela ron­rona sem parar. Usou a cai­xi­nha na pri­meira meia hora que che­ga­mos. Bebeu água, comeu, brin­cou e como é den­gosa, gosta de um cha­mego que só… Ela não pode ver a Luiza que vira de bar­riga pra cima pra Luiza ficar fazendo cari­nho nela. Dormiu na cami­nha que com­pra­mos pra ela, com um cober­tor­zi­nho bem quen­ti­nho… Ela tá se achando. E nós tam­bém… Tá todo mundo que nem bobo. Hoje pra sair para tra­ba­lhar foi difícil.

Porque lugar de gato é dentro de casa…um post triste

DSC03580Essa foto triste é de uma gati­nha linda linda, que morava em um con­do­mí­nio em Barão Geraldo. Não sabe­mos se ela tinha regu­lar­mente acesso à rua, ou se alguém dei­xou uma janela/porta aberta e ela esca­pou (sem telas esca­pam mesmo!). O fato é que foi encon­trada algu­mas horas depois em uma poça de san­gue e tra­zida às pres­sas para a clí­nica por uma pes­soa que sequer é a dona dela (o dono não apa­re­ceu). Ela foi enve­ne­nada e, como se isso não bas­tasse, des­con­fi­a­mos que os inú­me­ros feri­men­tos que ela apre­sen­tava foram cau­sa­dos por PAULADAS!! Isso acon­te­ceu DENTRO do condomínio.

Portanto, não existe essa his­tó­ria de “minha rua é tran­quila”, “moro em con­do­mí­nio fechado, super sos­se­gado”, “os vizi­nhos gos­tam de ani­mais”. Mesmo que a gente ache que conheça os vizi­nhos, não conhe­ce­mos quem fre­quenta a casa deles. Não conhe­ce­mos as pes­soas que entram no con­do­mí­nio para pres­tar ser­vi­ços, mui­tas vezes sequer conhe­ce­mos todas as pes­soas que tra­ba­lham regu­lar­mente no con­do­mí­nio. Qualquer um — inclu­sive cri­an­ças — pode come­ter um ato de cru­el­dade desse.

A gati­nha não resis­tiu às cirurgias :-(

LUGAR DE GATO É DENTRO DE CASA!!!

Miu, o gatinho das cavernas

Dia4-amassa no arO Miu é um gati­nho que pre­cisa de uma famí­lia muito espe­cial, com a paci­ên­cia de espe­rar ele ven­cer os medi­nhos dele no começo. Conseguimos para ele um lar tem­po­rá­rio, e abaixo coloco o pro­gresso des­crito pela Marianna, a mãe adotiva:

DIA 01: O lindo mas­ca­rado Miu con­ti­nua daquele jei­ti­nho que vc conhece, indo de um escon­de­rijo ao outro. Ontem o Renato che­gou do tra­ba­lho e ficou durante 1 hora fazendo cari­nho nele, mas depois que solta, ele se esconde em algum lugar: embaixo da pia, atrás da gela­deira, atrás do vidro da janela, atrás do lixi­nho do banheiro, den­tro do rack… Mas teve um pro­gresso: ele ron­ro­nou!!! Hoje cedo fiz uns cari­nhos nele e ele ron­ro­nou, mas sem fazer baru­lho, dava pra sen­tar aquela tre­mi­di­nha de motorzinho…e agora che­guei do tra­ba­lho, outra vez! Dessa vez até fez baru­lhi­nho! E de novo, já vol­tou pro escon­de­rijo. Daqui a pouco vou lá amassá-lo mais um pou­qui­nho. Acho que amas­sando de hora em hora, dei­xando des­can­sar, depois amassa de novo, igual a gente faz com pão, uma hora a receita fica boa! Me parece que ele nem comeu nada ainda, nem foi “ao banheiro”. Vou ficando de olho, qual­quer coisa te falo. E pra mim ele deve ser mudo! Pois até agora nunca vi ele dar um mio sequer! Nem no carro, nem em casa.

DIA 02: Esta noite des­co­bri que o Miu não é mudo…! Ele miou umas vezes à noite, levan­tei pra fazer uns mimos, e ele até pediu cari­nho! Isso mesmo! Eu estava ten­tando cochi­lar no sofá e ele vinha fazer cari­nho na minha mão. Agora mesmo ele aca­bou de subir no colo do Renato espon­ta­ne­a­mente, e está mor­dendo a mão dele! Fora o pão­zi­nho que ele amassa toda hora! Ainda é um pou­qui­nho assus­tado. Colocamos uma toa­lha na mesa, então ele fica nas cadei­ras, meio escon­dido, mas inte­rage bem com a gente assim. Ele tam­bém vol­tou a comer. E fez cocô…no tan­que!! Até que não foi nada mal! O bichi­nho está pro­gre­dindo bem! E já ron­ro­nou várias vezes, viu?

Dia 04: Sabe o ermi­tão? Aquele crus­tá­ceo que fica den­tro de uma con­cha aban­do­nada pra se pro­te­ger? Então, o Miu é assim. Se ele não esti­ver ento­cado, é daquele jeito que vc conhece, tenso, anda com a sus­pen­são rebai­xada, olho arre­ga­lado, sem­pre cor­rendo pra algum escon­de­rijo! Mas se ele está na toca, ele é um gati­nho abso­lu­ta­mente nor­mal! A gente fez toca com edre­don e pode­mos ficar do lado, ele vem até a aber­tura da por­ti­nha e faz todo tipo de gra­ci­nhas: pede cari­nho, ron­rona, amassa pão­zi­nho (até no ar ele amassa!), fica de bar­riga pra cima e lambe nossa mão. Essa noite ele não cho­rou, pois acho que se sen­tiu con­for­tado na toca de cober­tor que fize­mos na sala. Nada como ficar a sós com o bichi­nho pra saber quais são as manias. Ele pre­cisa de uma toca. Até pode­mos ficar do lado que ele não fica assus­tado. E o bom tam­bém é que ele não tem comido exa­ge­ra­da­mente, nem foge pra perto da comida como ele fazia.

Dia 05: Todo dia tem his­tó­ria nova pra con­tar do fofo­luxo! Essa noite ele cho­rou às 4h da manhã. Como fin­gi­mos que não está­va­mos ouvindo, ele come­çou a arra­nhar a porta e o Renato fez um xxx­xi­i­i­iii pra ele, que logo vol­tou a cho­rar. Aí peguei meu edre­don e tra­ves­seiro e vim dor­mir na sala. Como o chão estava muito duro, vol­tei pra cama e o Miu, que não é besta, veio junto e entrou no edre­don e lá está até agora!! Mas vou já aca­bar com essa folga agora mesmo por­que cri­ança não pode dor­mir até tarde!

Dia 07: O Miu, nem um pouco bobo neste fri­o­zi­nho, entrou embaixo do edre­don da minha cama e está hiber­nando. Daí à noite o bichi­nho vira uma pilha, cor­rendo pra todo lado. Aquela ervi­nha cat-nip foi muito legal. Passei a ervi­nha em 2 tape­tes, daí à noite ele fica nes­ses tape­tes, perto da gente, pedindo cari­nho, rolando e ficando de bar­riga pra cima. Ontem está­va­mos assis­tindo TV na sala e ele ficou rode­ando a gente, sem ficar escondido. 

Como podem ver, o Miu é um gati­nho tudo de bom, só pre­cisa de tempo para se sol­tar. Apesar de estar super bem no lar tem­po­rá­rio, o que ele pre­cisa mesmo é de um lar pra sem­pre!  Para ado­tar o Miu pre­en­cha o for­mu­lá­rio em www.adoteumgato.com.br/formulario.htm.

Lembrando: somente Campinas e região, apar­ta­mento telado ou casa sem acesso à rua.


Resultado da rifa do DVD-Player

Demorou, mas final­mente con­se­gui­mos fechar a rifa do DVD-player, e sor­te­a­mos pela última dezena do pri­meiro prê­mio da Loteria Federal de ontem, 26/06/2010.

A sor­tuda é THAÍS SPIN, com o número 88!!! Parabéns!!

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Finais felizes :-)

ishot-4Lembram da Thelma e Louise, devol­vi­das depois de uma semana por­que “a minha fun­ci­o­ná­ria não gosta de gatos e está estres­sada”? Pois rece­be­mos hoje email da Ana, a nova mamãe das duas gati­nhas (reba­ti­za­das Ayla e Luna). Emails assim fazem o dia da gente, são tão bons de rece­ber!! Obrigada pelas notí­cias, Ana!

“Continuando, as gati­nhas são muito engra­ça­das. Tem dia que elas apron­tam e mal con­sigo ficar bra­vas com elas. São com­pa­nhei­ras e ami­gas, algo que eu nunca espe­rava, pois sem­pre tive cachorro, nunca um gato. Meu marido é quem sem­pre teve gato. Por isso con­fesso que nos pri­mei­ros dias ainda tinha certo receio de como me com­por­tar com elas e elas devem ter sen­tido o mesmo comigo, pois elas sem­pre fica­vam em volta do meu marido.

Depois de qua­tro meses, a des­con­fi­ança final­mente se foi e enquanto eu escrevo aqui, Luna (ex-Louise) e Ayla (ex-Thelma) me fazem com­pa­nhia, uma na janela, a outra “enro­lada” no meu pé.

Lembrei de que a pes­soa que devol­veu essas gatas disse a você que Ayla (ex-Thelma) era arisca demais. De fato, ela é mesmo meio ” tei­mosa”. Eu e meu marido damos risa­das quando ela dis­farça o fato de que­rer ficar perto de nós, dando vol­tas na cama ou no sofá. Às vezes ela se esconde embaixo do rack e fica nos obser­vando assis­tindo TV. Então se você olha para ela, ime­di­a­ta­mente ela olha para cima, como que­rendo dizer “não estou nem aí pra vocês”. Mas é sair da sala para ela nos seguir novamente.

Hoje Ayla (Thelma) parece que me pro­mo­veu a “humano favo­rito” e pra­ti­ca­mente só fica comigo. A Luna (Louise) gosta mesmo do Samuel, a ponto de “pas­sear” no teclado enquanto ele tra­ba­lha no com­pu­ta­dor, mesmo com ele bravo, só por causa de um carinho…

Quando eu me deito, eu não pre­ciso acen­der a luz para saber quem está subindo na cama. A Ayla é toda desa­jei­tada, pisa duro, escor­rega, faz baru­lho. A Luna não: na hora que a gente se dá conta ela já está no meio da cama. Silenciosa e discreta.

Tenho mui­tas his­tó­rias engra­ça­das. Estas são só algu­mas. Agradeço imen­sa­mente quem devol­veu estas duas, para que elas pudes­sem fazer parte de nossa famí­lia.

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